A milícia, formada por cerca de 90 mil voluntários e com capacidade adicional de mobilizar quase um milhão de militantes islâmicos, é normalmente convocada para acabar com distúrbios por meio da força e esteve envolvida na repressão aos protestos contra a reeleição do presidente, Mahmoud Ahmadinejad.
Em uma carta assinada pela milícia e publicada pela agência de notícias iraniana Fars, o grupo acusa Mousavi de cumplicidade na ameaça à segurança nacional e propaganda contra o Estado.
Em uma declaração publicada no website de Mousavi, o oposicionista disse que considera ilegítimo o novo governo de Ahmadinejad. Ele pede ainda a libertação de manifestantes detidos durante os protestos no país.